Palestra Internacional : A Estética da Diva Negra II
Obiamaka Ude, filha de Nigerianos, nasceu e cresceu em Los Angeles. É formada em Estudos Africanos Americanos.
Doutoranda, desenvolve sua tese sobre como o cabelo, (considerando a cor da pele), pode informar sobre raça, classe, gênero e quais as conseqüências materiais que exerce em nossas vidas.
III Mostra Internacional de Arte da Mulher Negra - MIMUNEGRA - 2013
Documentário sobre a Áurea Martins - http://www.youtube.com/watch?v=E8D4HaJPJDc
ÁUREA MARTINS
Áurea Martins iniciou a carreira na Rádio Nacional. Gravou seu primeiro disco (LP) como prêmio pelo
primeiro lugar no programa “A Grande
Chance” de Flávio Cavalcanti em 1969 na extinta TV TUPI. Canta na noite
carioca há quatro décadas e era uma das intérpretes preferidas de Elizeth
Cardoso.
Lançou seu primeiro
DVD da cantora e CD (áudio do
DVD), em julho de 2012 pela gravadora Biscoito Fino em parceria com o Canal
Brasil e a produtora OLHAR Brasileiro. Desde 2012, quando o DVD foi lançado, o projeto
foi contemplado com o patrocínio da CAIXA CULTURAL e Secretaria de Cultura do
Rio de Janeiro. Foram mais de 12 shows e entre outros através de SEScs do Rio
de Janeiro e São Paulo.
O DVD “Iluminante” tem apresentação de Fernanda Montenegro e participação de Chico Buarque cantando a música “Maninha”. Idealizado por Hermínio
Bello de Carvalho, tem a participação do jovem compositor Vidal Assis, o grupo
Terra Trio (Fernando Costa, Zé Maria e Ricardo Costa) e Domingos Teixeira.
O DVD/CD foi gravado em apenas três sessões: a parte musical
num só dia. A narração foi feita por Fernanda Montenegro que, ao chegar de
manhã à casa do poeta Hermínio Bello de Carvalho, comoveu-se com as lágrimas
emocionadas de Áurea. E a atriz levou seu próprio texto, onde exalta a arte
dessa cantora que - “ Igual a ela, existem poucas” . À tarde : no estúdio da
Biscoito Fino quem a aguardava era Chico Buarque, que dividiu com Áurea a
gravação de “Maninha”. “Eu é que te agradeço”, retribuiu o compositor ao “muito
obrigado” de Áurea por aquele momento absolutamente mágico, selado por um
abraço e um beijo afetuoso.
O repertório do DVD engloba as músicas do CD “De pontacabeça” com composições de
Hermínio Bello em parcerias com os autores Moacyr Luz, Sueli Costa, Vidal Assis, Fernando Temporão, Paulo Valdez,
Claudio Jorge e D. Ivone Lara. E do CD “Até
Sangrar” com músicas de Johnny Alf, Chico Buarque, Francis Hime, Tom Jobim
e Vinícius de Moraes, Lupicínio Rodrigues.
Com o CD “Até Sangrar”,
veio o troféu de Melhor Cantora no
Prêmio da Música Brasileira de 2009; e no ano seguinte, em 2010, o CD “De pontacabeça” é lançado. Ambos CDs produzidos
por Hermínio Bello de Carvalho, na gravadora Biscoito Fino. Com “De pontacabeça”, Áurea concorreu, em
2012, ao mesmo prêmio de melhor cantora na categoria MPB, e na sua voz, a faixa
“Zoeira”, também do CD, ao prêmio de melhor música.
“Em qualquer
país que preze sua cultura, Áurea Martins seria incensada. No Brasil, terra de
indigência e cascatas culturais, Áurea Martins não aparece nas rádios nem na
televisão. É como se privássemos o povo brasileiro de beber em fonte límpida.
Cantar é, já disse e repito, o Maior Espetáculo da Alma. E nossa própria alma
nunca se redimirá sem a voz sagrada de Áurea. Ela faz parte, e talvez seja a
última representante, de uma tradição inesgotavelmente rica, e é também
pedagógica, porque uma porção de gente que se acha cantora tem muito que
aprender com a Áurea Martins. É
incrível que uma artista assim diamantífera, única, jóia da Coroa de Ouro
formada por cantoras como Ângela Maria, as Irmãs Baptistas, Dalva de Oliveira,
Elizeth Cardoso, Elis Regina, Aracy de Almeida, Clementina de Jesus permaneça
em ostracismo cruel.”
Aldir
Blanc
“ Áurea
Martins tem aquela voz que já não existe mais: voz densa, uterina, insidiosa e
doce. Como àurea restam poucas”
Fernanda
Montenegro
“Foi num
salão de beleza, entretanto, que conheceu Elizeth Cardoso. Áurea e a Enluarada
tornaram-se amigas. A partir de então, tornou-se frequente o fato de a Divina
deixar o recesso do Olimpo à noite para, metamorfoseada em simples cliente de
boate, ir ouvir Áurea cantar.”
Hermínio
Bello de Carvalho
Outras
informações sobre Áurea Martins:
• Áurea foi comtemplada com o Projeto FAM –
Fundo de Apoio a Música pela Prefeitura do Rio de Janeiro em 2011 para 5
apresentações em espaços culturais municipais;
• Participou do Programa TV XUXA em
homenagem a atriz Fernanda Montenegro em novembro de 2011;
• Em 2009, foi lançado o Curta “Áurea” de Zeca Ferreira. O curta
já recebeu 21 prêmios, dois de melhor atriz para Áurea Martins.
• Entre 2009 e 2012 a cantora gravou
participações em projetos de CDs de novos compositores e outros amigos: Baú de
Dona Ivone Lara (inédito-2012), Fernando Temporão e João Callado – Primeira
Nota (2012), Duetos com Alcione (2011), Ivor Lancelotti – Em boas e mais
companhias (2011), João Callado (2010), entre outros. Acabou de gravar no DVD e
CD do Grupo Casuarina – ao vivo na Lapa;
• O cantor Moyseis Marques, no disco “Pra
Desengomar” (2012) compôs a música “Como o Cravo quer a Rosa” para a cantora e
a mesma gravou com ele esta faixa;
• Nas participações como convidada especial nos
shows do Grupo Casuarina e do cantor Moyséis Marques foi aplaudida de pé com
todo o respeito e reconhecimento pela platéia dos shows;
SERVIÇO:
Data: 15/10/2013.
EAT – Escola das Artes Técnicas – CETEP Mangueira
Local: Rua Visconde de Niterói, 1364 Mangueira
Horário: 13h00 às 22h00
Entrada Gratuita
Classificação etária: Livre
Estacionamento no Local.
Aberto para todos os tipos de públicos.
Programe-se e venha vivenciar o momento DIVA conosco.
Ela é Doutora em Filosofia, mestre em Educação, coordenadora
do Núcleo de Estudos Afrobrasileiros do Departamento de Ensino Superior da
FAETEC, coordenadora da Pós-graduação de Figurino e Carnaval da Universidade
Veiga de Almeida , Professora da Universidade Estácio de Sá e vice-presidente
do Fundo Elas.
Foto: Vespasiano Luz
Helena Theodoro CONFIRMADA.
III Mostra Internacional de Arte da Mulher Negra - MIMUNEGRA
2013
Tema: DIVAS 2013
Na continuação dos trabalhos, começamos essa semana a
divulgar as nossas Divas 2013.
O Prêmio de mulheres negras que tem desenvolvido seus
trabalhos para o fortalecimento da visibilidade da mulher negra.
São muitas, não tenha dúvida, mas nesse ano somente 08(oito)
mulheres e 01(um) homem, totalizando 9(Nove) Prêmios DIVAS 2013.
Mulheres, essas que
sofrem também o grande desafio de superar o racismo e sexismo. Mas, não
perdendo sua essência, e charme, lá vão elas, distribuindo seu talento nas mais
diversas áreas de atuação/ produção.
Então, mais do que merecida homenagem, uma forma simbólica
de nosso reconhecimento, a MIMUNEGRA tem a honrar de dizer: Helena Theodoro é a
nossa DIVA.
SERVIÇO:
Data: 15/10/2013.
EAT – Escola das Artes Técnicas – CETEP Mangueira
Local: Rua Visconde de Niterói, 1364 Mangueira
Horário: 13h00 às 22h00
Entrada Gratuita
Classificação etária: Livre
Estacionamento no Local.
Aberto para todos os tipos de públicos.
Programe-se e venha vivenciar o momento DIVA conosco.
E por que Zezé Motta?
Porque é DIVA e ponto.
Agora, se quisermos aprofundar um pouquinho mais, é só ouvir suas palavras no vídeo e comprovar.
Agradecimentos especiais: CULTNE.
Agora você pode programar com a família e amigas (os) no dia
15 de outubro de 2013 no horário de 13h00 às 22h00 para fazer parte dessa linda
história de amor que é a III Mostra Internacional de Arte da Mulher Negra –
MIMUNEGRA. Tema: DIVAS 2013 com apresentação da DIVA Kenia Dias, que acontecerá
no Espaço das Artes Técnicas, na unidade Mangueira que fica na Rua Visconde de
Niterói, 1364 Mangueira. (veja o mapa abaixo
de como chegar)
Essa parceria com a EAT, Escola das Artes Técnicas, é
justamente, para valorizar o trabalho da equipe técnica, aquela que fica por
traz dos bastidores e é responsável de
construir o truque cênico e trabalha intensamente para o sucesso de qualquer
produção.
No nosso evento, não será diferente, com várias surpresas
garantidas, o universo da DIVA será o compartilhando, nas diversas maneiras
possíveis, utilizando um espaço público para enaltecer as nossas Divas
Negras Brasileiras.
Então, não fique de fora, venha vivenciar esse momento DIVA
na III MIMUNEGRA – Mostra Internacional de Arte da Mulher Negra – 2013.
Aguarde mais informações. Reservamos uma surpresa para você.
A II Mostra Internacional da Mulher Negra conhecida carinhosamente como MIMUNEGRA aconteceu este ano de 2012 literalmente na Raça, no dia 18 de outubro no Centro Municipal Calouste com a colaboração de artistas que além de acreditarem no projeto, colocam para a sociedade o descaso com relação as artistas, principalmente as mulheres negras.
Vários convites foram feitos, alguns deles justificados de maneira tão especial e respeitosa, sejam eles por telefone ou por email, por incompatibilidade de agenda, como foi o caso da SEPPIR – Secretaria De Políticas Públicas de promoção da igualdade Racial, SPM Secretaria de Políticas para as mulheres, ONU Mulheres e OIT – Organização Internacional do trabalho, que desejaram um bom evento e com palavras de incentivo e prosperidade para as mulheres negras em geral.
O evento contou com a apresentação de Lu Lopes, que passou bastão como numa grande Olimpíadas da solidariedade, o bastão para a abertura oficial, convidando uma das idealizadoras e produtoras do evento Iléa Ferraz e Jana Guinond que contaram com o histórico do evento.
Cada momento era muito esperado, e não podia deixar de ser diferente, tendo como palestrante a Dra. Helena Theodoro que contou um pouco sobre a história de Tia Ciata e fez com que muitas pessoas presentes se sentissem a própria Tia Ciata na maneira tão perspicaz de articulação e que teve o poder de manter o seu nome vivo até hoje na área da Praça XI.
E tivemos o presente das Deusas, diversas mulheres que fizeram e fazem história no Rio de Janeiro estavam conosco.
Contamos também com a presença de sua bisneta Gracy Mary que luta até hoje pela eternização da história da família.
Depois com uma calorosa apresentação da Cia de Dança Corpafro, e emocionante depoimento da Diretora Eliete Miranda, que agradeceu o momento de troca de energias.
Com a participação da galera do programa Reconhecer, que tem um programa de TV na internet e, imagina isso? Um local onde não somos representadas de maneira respeitosa, as colaboradoras, informaram sobre uma Vakinha para manter o programa no ar, e a importância de potencializar grupos excluídos, esse que faz parte da base da pirâmide social registrados no IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, IPEA – Instituo de Pesquisa de econômica Aplicada e LAESER - Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (Laeser) da UFRJ
Foi surpreendente, um grupo de mulheres negras, que idolatravam a Griot Vanda Ferreira, que também faz parte do programa.
Isso nos faz lembrar a época em que os(as) negros(as) libertos(as) compravam a alforria de outras(os) irmãs(os) escravizados(as). Fato histórico.
Passada a euforia da alforria, deu-se início a mesa de debate que foi pra lá de instigadora, contou com a presença de Adriana Baptista - Gestora da loja virtual de Produtos e Serviços de Comunicação, adrianabaptista.com ; jornalista do blog MOVIMENTO&MÍDIA e Coordenadora do Projeto ACORDO DE DAMAS, representando a Mimunegra - Iléa Ferraz – Atriz, Diretora, Artista Plástica , Lellete Couto da Coordenadoria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Rio de Janeiro(CEPPIR/RJ) , Angela Fontes da Superintendência dos Direitos da Mulher (SUDIM) da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) , Marcelo Dias da Superintendência de Promoção da Igualdade Racial SUPIR/RJ, e o Coletivo de Mulheres Negras Artistas Matamba - Clécia Sant'anna (Representante de Goiânia) - atriz, cantora e produtora cultural que abordou sobre os aspectos da produção artística das mulheres negras em Goiás e o surgimento do coletivo) e Rodrigo Nascimento da Fundação Cultural Palmares, que apresentaram as atuais propostas para a população negra.
Pronto! O debate começou e aquilo que a Estimativa, uma das apoiadoras do evento mais gosta de fazer, convidar para as reflexões, que contou com as preciosas contribuições de Neusa Pereira do Coisa de Mulher, da empresária Dayse Natividade, Janaina Soldera de Goiânia, Coreógrafa Carmem Luz , entre outras.
Foi um luxo só!
Iléa ferraz ressaltou que o evento é para fortalecer expressões artísticas de mulheres negras e que tem como parceria a Estimativa, mas é um movimento de Artistas, ainda citou o Movimento do AKOBEN que esteve em Brasília no dia 21 de agosto numa audiência pública para que as produções com a temática de negros(as) tenham como o(a) negro(a) como protagonista de sua própria história.
Gostaríamos de ressaltar, enfatizar e ilustrar a presença da galera de Goiânia do
Coletivo de Mulheres Negras Artistas Matamba viajaram 20 (vinte) horas, repetindo: 20 (vinte) horas para estar no evento, e sem dúvida nenhuma, abrilhantar ainda mais, na luta da coletividade e irmandade, em qualquer lugar do Brasil, que emoção!!
Para finalizar, contamos com a apresentação de Amas de Leite, Mães do Brasil. – Direção: W.Santiago que reconstrói a presença das amas de leite como singulares protagonistas na geração da ideia de família, de afeto a infância e de proximidade feminina no Brasil.
O trabalho protagonizado por jovens artistas negras da periferia aproxima tecnologia, arte, memória visual do Brasil oitocentista e fotografia, num combinatório cênico conectado de investigação e ativismo social.
O evento foi um sucesso, levando principalmente em consideração de que ele foi produzido em apenas 10(dez) dias, tendo como base que era um período eleitoral, cheio de feriados e o mais surpreendente que nas redes sociais, mais propriamente no facebook contou com a colaboração de aproximadamente mais de 1.100 compartilhamentos e o total de 95.995 pessoas que visualizaram o material de divulgação.
É importante deixar explícito que a MIMUNEGRA teve no ano passado, em 2011, seus projetos aprovados na Lei Roaunet e na Lei do ICMS, e que participou no total de 08 editais no Rio de Janeiro, entre eles: CCBB – Centro Cultural Banco Brasil, Caixa econômica, Furnas, CCJF – Centro cultural Justiça Federal e Oi Futuro.
A pergunta que fica no ar: Com todos os índices de desigualdade social e étnico-racial existente em nosso Brasil, embora tenha sido aprovada nas leis de incentivos, por que nenhum dos projetos não foram aprovados nos editais?
Hum.....Essa é pra você pensar!
Agradecemos a todas as pessoas que contribuem e contribuíram da maneira que pode para a realização desse evento, ou melhor, da realização desse mais um sonho!
Lu Lopes – Atuou em “Cobras e lagartos” - Direção: Wolf Maya, “Cidade dos homens” Direção: Paulo Morelli, “Ator Profissão Amor”- Direção: Maria de Alves, “Crianças brincam enquanto dormem”- Direção: Ed Lopez, Prêmio de melhor Atriz no Festival CEI de Quintino com o espetáculo - “A Bruxinha que era Boa”
Helena Theodoro – Doutora em Filosofia, mestre em Educação, coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros do Departamento de Ensino Superior da FAETEC, coordenadora da Pós-graduação de Figurino e Carnaval da Universidade Veiga de Almeida , Professora da Universidade Estácio de Sá e vice-presidente do Fundo Elas.
Cia Corpafro - A Cia Corpafro nasceu a partir de um bate papo com alunos do projeto A ARTE DE DANCAR AFRO em 08 de maio de 2005 tendo como proposta unir a dança, teatro e poesia como um fio condutor do corpo contemporâneo afro brasileiro. Tendo como base o resgate e memória da dança afro como totalidade e as relações com manifestações culturais a fim de participar do cenário da arte como ações afirmativas.
Ficha Técnica: Direção Preparação corporal -Eliete Miranda / Direção vídeo Fotografia- Flavia dos Prazeres / Direção Musical- Francois Archanjo / Samira R Marques -Atriz dançarina / Claudia Leopoldo - Atriz dançarina / Taise Lima - Atriz dançarina / Rafael de Paula –Ator dançarino / Elaine Raimundo - Atriz dançarina
Adriana Baptista - Gestora da loja virtual de Produtos e Serviços de Comunicação, adrianabaptista.com ; jornalista do blog MOVIMENTO&MÍDIA e Coordenadora do Projeto ACORDO DE DAMAS.
Coordenadoria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Rio de Janeiro (CEPPIR/RJ) - Órgão vinculado à Casa Civil criado pelo Prefeito Eduardo Paes em fevereiro de 2009, tem como responsabilidade de elaborar e implementar políticas públicas de promoção da igualdade racial na cidade agindo de forma transversal em toda a estrutura governamental.
Superintendência dos Direitos da Mulher (SUDIM) pertence a Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH)
Superintendência de Promoção da Igualdade Racial - SUPIR/RJ ligada a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos.
Coletivo de Mulheres Negras Artistas Matamba - Mulheres negras trabalhando em prol da disseminação da cultura e arte afro-brasileiras em Goiânia e no interior do estado. O coletivo foi criado, antes de tudo, para discutir o mercado de trabalho para artistas negros, especificamente para que mulheres negras possam também protagonizar a cena cultural de Goiânia.
Sinopse
Corpos e Tambores – Cia Corpafro
De onde vem este ritmo? Vem dos tambores temos como uma das referencias o Djembe e um tambor originário de guine da África Ocidental,sendo muito importante nas culturas africanas sobretudo nas regiões mandingue, que compreende os países Mali,Costa do Marfim,Senegal,Guine e BURKINA FASO.
Tem como envolvimento os fragmentos de lutas que vem sendo travadas há muito tempo pela mulher resgatando a historia do tambor junto aos corpos e ao mesmo tempo buscando o universo feminino através de suas funções milenares.
Na linguagem de gestuais propomos uma releitura sobre o povo de Burkina Faso e focalizamos o sentido de resistência e fortaleza que habita a doçura do olhar do falar do nascimento e renascimento propiciado pela mulher.
Hoje já podemos mostrar este enfrentamento e estas conquistas através da arte em geral como atitude e transformação da própria sociedade.
Amas de Leite, Mães do Brasil -
Amas de Leite, Mães do Brasil é uma experiência estética de aproximadamente 10 minutos, que reconstrói a presença das amas de leite como singulares protagonistas na geração da ideia de família, de afeto a infância e de proximidade feminina no Brasil.
O trabalho protagonizado por jovens artistas negras da periferia aproxima tecnologia, arte, memória visual do Brasil oitocentista e fotografia, num combinatório cênico conectado de investigação e ativismo social.
Ficha Técnica:
Atrizes: Samira Marques, Ana Cê, Elaine Raymundo e Joyce Pires.
Luz e som: Bruno Lopes,
Direção: Wilian Santiago
Neide Diniz( Assessoria de Imprensa) - Atualmente, repórter da TV Brasil e também apresentadora e roteirista do programa REconhecer, Realiza produção de eventos e assessoria de imprensa.
Trabalhou como repórter do Jornal da Saúde do Canal Saúde da Fiocruz. E durante mais de sete anos, foi apresentadora, repórter, roteirista e entrevistadora do programa de televisão da TV VideoSaúde Distribuidora da Fiocruz, exibido na UTV - Rio de Janeiro - e em rede nacional pela NBR.
Idealizadoras
Débora Almeida – Atriz, bailarina, produtora cultural, professora e pesquisadora em Artes Cênicas, Pós-graduada em Arteterapia em Educação e Saúde pela Universidade Cândido Mendes, formada em Educação Artística-Licenciatura Plena em Artes Cênicas(UNI-Rio), Bacharelado em Interpretação Teatral(UNI-Rio)
Iléa Ferraz - Atriz, diretora, produtora e artista plástica. Indicada ao PRÊMIO SHELL DE TEATRO (2003), na categoria melhor atriz, com o espetáculo “Nunca Pensei Que Ia Ver Esse Dia.”Entre seus principais trabalhos na tv destacam-se as novelas: A Padroeira (Rede Globo) / Xica da Silva (Manchete) / Helena (Rede Manchete) / Pacto de Sangue (Rede Globo).
Jana Guinond - Atriz, Coordenadora da Estimativa, estudante de Pedagogia CEDERJ/UERJ, Conselheira e Vice-presidenta de Relações Institucionais do COMDEDINE – Conselho Municipal de Defesa dos Direitos do negro e Conselheira Deliberativa do Fundo Social Elas, ex-apresentadora de um Programa de TV WEB da Petrobras.